Dia 3 ▸ A família (ou o que o personagem considera como) do protagonista.
Jaimie mora com a mãe nos fundos de uma casa em um bairro de classe média em Edimburgo. Ela, Irene, tem 49 anos de idade e teve uma gravidez de risco, por isso parou de trabalhar na época. O pai, um economista respeitado no ramo, trabalhava com pesquisa na Universidade de Aberdeen e exigia muita atenção da mulher. As brigas do casal foram ficando constantes na medida em que Irene se apegava mais ao filho e ignorava o marido, se tornando uma mãe super protetora. Os dois se divorciaram quando Jaimie tinha pouco mais de nove anos completos e a mãe, disposta a recomeçar uma vida diferente, se mudou com o menino para Edimburgo. Desde então, Jaimie vê seu pai nos feriados nacionais, quando este vai lhe visitar na capital, ou quando se dispõe a lhe dar um teto nas férias. Ele realmente não liga muito para o relacionamento de pai e filho.
Irene é esforçada e, desde a separação, luta para manter um padrão de vida alto ao filho. Jaimie agradece a atenção, mas acha que a mãe exagera. Ela é sua única família presente e, portanto, não gosta de chateá-la ou contradizê-la, fazendo, na maioria das vezes, sua vontade. Ela trabalha muito durante o dia, então o único contato que mantêm é por meio de telefone.
Jaimie carrega um celular consigo só por causa da mãe, para se comunicar com ela, que liga a cada hora lhe perguntando coisas rotineiras. Ele não gosta da falta de confiança que Irene claramente lhe demonstra, mas ela sempre tem uma desculpa para seus atos e não dá voz ao filho. Jaimie se sente pressionado a ser bastante perfeito perto dela, em parte para não preocupá-la mais ainda e lhe gerar mais dor de cabeça. Apesar de tudo, nunca teve uma briga com a mãe e não sente raiva dela, só fica irritado com suas atitudes.
Os avós, pais de Irene, ainda estão vivos e moram no interior da França. Jaimie quase nunca os visita, raramente nas férias quando sua mãe consegue um tempo livre para lhe acompanhar ou quando não está com o pai. Ela não o deixa viajar sozinho e tampouco parece muito apegada à própria família. Jaimie também tem uma tia, dez anos mais nova que a mãe, que mora em Paris e é dona de um restaurante. Por causa da grande diferença de idade, Irene e a irmã não são muito próximas e o filho só tem contato com ela em “reuniões familiares”, que também são raras de acontecer. Antes, ela costumava visitar Aberdeen a cada ano pra lhe levar notícias dos avós, mas disse que não gosta da capital, portanto o contato se perdeu no tempo.
Por parte de pai, Jaimie conhece todos os dois tios e a tia, que costumavam visitá-lo em Aberdeen quando era pequeno. Devido a um acidente de carro, o tio mais velho parou de viajar e, desde que se lembra, não tem notícias dele. A tia morava em um condado perto a Aberdeen e sempre que ia à cidade, lhe visitava. Ele gostava dos doces do interior que ela lhe trazia. Depois da separação, porém, aparentemente ela e Irene brigaram e Jaimie nunca mais a viu nem ouviu sua voz. O irmão mais novo de seu pai trabalha na fronteira com a Inglaterra e é muito ocupado, por isso quase nunca os visitava. Como não tinham mais os pais para os unirem, a família paterna é bem dispersa. Jaimie, aliás, não conheceu os avós.
Ele considera a banda sua segunda família, com quem tem um contato mais íntimo que qualquer membro "de sangue": Nicholas, Roxy, Thales e, de certo modo, Ucker. Eles também são, de fato, seus únicos amigos.
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ps.: editei o primeiro post sobre o Jaimie só pra acrescentar o "apelido", já que quase ninguém realmente o chama de "Jaimie", mas de "Jey", a primeira letra do nome. (Tenho essa mania, de criar 'apelidos' ou diminutivos só com a primeira letra ._. me matem.)
♫ ♥
Jaimie mora com a mãe nos fundos de uma casa em um bairro de classe média em Edimburgo. Ela, Irene, tem 49 anos de idade e teve uma gravidez de risco, por isso parou de trabalhar na época. O pai, um economista respeitado no ramo, trabalhava com pesquisa na Universidade de Aberdeen e exigia muita atenção da mulher. As brigas do casal foram ficando constantes na medida em que Irene se apegava mais ao filho e ignorava o marido, se tornando uma mãe super protetora. Os dois se divorciaram quando Jaimie tinha pouco mais de nove anos completos e a mãe, disposta a recomeçar uma vida diferente, se mudou com o menino para Edimburgo. Desde então, Jaimie vê seu pai nos feriados nacionais, quando este vai lhe visitar na capital, ou quando se dispõe a lhe dar um teto nas férias. Ele realmente não liga muito para o relacionamento de pai e filho.Irene é esforçada e, desde a separação, luta para manter um padrão de vida alto ao filho. Jaimie agradece a atenção, mas acha que a mãe exagera. Ela é sua única família presente e, portanto, não gosta de chateá-la ou contradizê-la, fazendo, na maioria das vezes, sua vontade. Ela trabalha muito durante o dia, então o único contato que mantêm é por meio de telefone.
Jaimie carrega um celular consigo só por causa da mãe, para se comunicar com ela, que liga a cada hora lhe perguntando coisas rotineiras. Ele não gosta da falta de confiança que Irene claramente lhe demonstra, mas ela sempre tem uma desculpa para seus atos e não dá voz ao filho. Jaimie se sente pressionado a ser bastante perfeito perto dela, em parte para não preocupá-la mais ainda e lhe gerar mais dor de cabeça. Apesar de tudo, nunca teve uma briga com a mãe e não sente raiva dela, só fica irritado com suas atitudes.
Os avós, pais de Irene, ainda estão vivos e moram no interior da França. Jaimie quase nunca os visita, raramente nas férias quando sua mãe consegue um tempo livre para lhe acompanhar ou quando não está com o pai. Ela não o deixa viajar sozinho e tampouco parece muito apegada à própria família. Jaimie também tem uma tia, dez anos mais nova que a mãe, que mora em Paris e é dona de um restaurante. Por causa da grande diferença de idade, Irene e a irmã não são muito próximas e o filho só tem contato com ela em “reuniões familiares”, que também são raras de acontecer. Antes, ela costumava visitar Aberdeen a cada ano pra lhe levar notícias dos avós, mas disse que não gosta da capital, portanto o contato se perdeu no tempo.
Por parte de pai, Jaimie conhece todos os dois tios e a tia, que costumavam visitá-lo em Aberdeen quando era pequeno. Devido a um acidente de carro, o tio mais velho parou de viajar e, desde que se lembra, não tem notícias dele. A tia morava em um condado perto a Aberdeen e sempre que ia à cidade, lhe visitava. Ele gostava dos doces do interior que ela lhe trazia. Depois da separação, porém, aparentemente ela e Irene brigaram e Jaimie nunca mais a viu nem ouviu sua voz. O irmão mais novo de seu pai trabalha na fronteira com a Inglaterra e é muito ocupado, por isso quase nunca os visitava. Como não tinham mais os pais para os unirem, a família paterna é bem dispersa. Jaimie, aliás, não conheceu os avós.
Ele considera a banda sua segunda família, com quem tem um contato mais íntimo que qualquer membro "de sangue": Nicholas, Roxy, Thales e, de certo modo, Ucker. Eles também são, de fato, seus únicos amigos.
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ps.: editei o primeiro post sobre o Jaimie só pra acrescentar o "apelido", já que quase ninguém realmente o chama de "Jaimie", mas de "Jey", a primeira letra do nome. (Tenho essa mania, de criar 'apelidos' ou diminutivos só com a primeira letra ._. me matem.)
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